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Tinder não é de todo mal
julho 31, 2018

O mundo se tornou digital, não há possibilidade de fugir disso. E a paquera também seguiu esse caminho, inclusive tem vários apps destinados a isso. Vem de tempo já, ou vocês já não ouviram uma história do tipo “começamos a namorar através do Orkut”, “trocamos MSN…” São vários casos.

Eu mesma conheci meu marido no Tinder. O primeiro “match” aconteceu em janeiro de 2015, mas encontro físico só rolou 5 meses depois. Confesso que não estava a procura de nada especial nesses apps, só queria me divertir mesmo. Entrei no tinder com uma certa relutância, achava uma coisa boba, que o legal mesmo era o olho no olho, encontrar alguém nos rolês da vida, flertar, e ticaricatica… Mas não sei se vocês já perceberam, as pessoas não saem mais do celular (rs). Bom ou ruim, isso é um fato. Difícil ir num barzin e não ver a galera grudada na tela, então como ter um “olho no olho” assim? Dessa forma resolvi entrar no app e ver qual era essa pira que todo mundo falava e que eu “precisava entrar”.

via GIPHY

Realmente, é um cardápio virtual… kkkk. Tem para todos os gostos, todos os tipos e de quebra acaba esbarrando em pessoas conhecidas. Eu não estava a procura de nada especial, como já disse, só queria me divertir. E acredite, dá pra dar muita risada com os perfis babacas de caras que se acham a última traquinas do pacote (ai que vergonha alheia).

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Mas também existem pessoas muito bacanas, que rola trocar mensagens e quem sabe até marcar um encontro. Foi o meu caso quando conheci o Alexandre. Nós trocamos mensagens sem esperar nada de mais, ficamos até um tempo sem conversar, até que um dia ele me chamou para sair. O papo pessoalmente foi tão gostoso, tínhamos tantas afinidades que acabou rolando uma química. Desde aquele dia a vontade de ficar perto um do outro só aumentou, tanto que começamos a namorar em pouco tempo.

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Será que tive sorte? Pode ser que sim. Já ouvi varias pessoas dizendo que estão nos apps, mas não se dão bem, só encontram frustrações. Bom, eu acredito que vai muito da sua intenção também, tipo o que você espera, o que você procura e ver se está em sintonia com o seu “match”. Vamos combinar que isso você descobre em pouco tempo de conversa, não é mesmo? Se você e o boy estão afim só se dar uns pegas sem compromisso, vai lá e se joga. Agora se você quer algo mais sério que tenha possibilidade de virar um namoro, tenta focar nas pessoas que estão à procura disso também (sim, existem essas pessoas nos apps). Só não pense que você vai conseguir converter o gostosão sem camisa tomando Apperol a ser o amor da sua vida, ele provavelmente só querer dar uns pegas (até por que a imagem já diz tudo).

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No meu caso eu não tinha pretensão de encontrar alguém especial, não procurei por isso, simplesmente rolou. Talvez seja uma saída não é mesmo? Deixar as coisas acontecerem, na-tu-ral-men-te. Quem sabe você encontra o que procura, quem sabe não, o importante é que você se divertiu.

relacionamentotinder
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Casamento  / Lifestyle

Ana Lesniowski
Opa, eu sou a Ana. Sou Designer Gráfico, especialista em Comunicação e Cultura, que adora artes plásticas, moda, cinema, cerveja de qualidade, bar pé sujo e um ótimo roquehzinho. Também sou “Recém Esposa”, fui uma noiva que tentou fugir do tradicional, mas adorou casar de branco. Fique por dentro dessas e outras controvérsias aqui nos meus posts. ;)

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